Neuromarketing: a chave-mestra da presença digital

Atualizado: Set 21

O Neuromarketing sonda a profundidade do comportamento do consumidor.


Por Rudolph Parreira

Foto Divulgação


O empreendedor, bem como o restante dos mortais adultos, tem contas a pagar todo santo mês. Para pagar as contas, ele precisa ter dinheiro. Para ter dinheiro, precisa faturar. Para faturar, precisa vender seus produtos - e/ou serviços. Este ciclo mensal demanda uma série de estratégias que otimizem as receitas empresariais, em detrimento das despesas. Costumo dizer, ao pé da letra, que atualmente a marca da empresa está nas mãos do consumidor, e é bem isto mesmo. Via celular, um mundo de informações chega full time a bilhões de ávidos potenciais adquirentes do que se vende. Se por um lado a concorrência é imensa (o que acho bem saudável, no viés mercadológico), por outro lado, vende mais quem anuncia com eficácia. Entenda-se por “eficácia” a qualificação da presença digital. Entramos então na seara do Neuromarketing, que, ainda jovem e promissoramente inexplorado na sua totalidade, já causa impactos relevantes nas decisões de compra. Através do Neuromarketing, nuances como gatilhos mentais, desejos, impulsos, funis de vendas e motivações de compra, são impostas à atividade cerebral espontânea das pessoas. O Neuromarketing sonda a profundidade do comportamento do consumidor. Tornou-se imprescindível a qualquer campanha publicitária que se considere essencialmente vendedora - de promoção ou branding. E, com a gama abundante de canais digitais que temos atualmente, eu não diria que se tornou tarefa fácil, para você, falar com os usuários. Mas, eu diria que não lhe faltam oportunidades. Concorda?


Rudolph Parreira é CEO da VP Interativa, agência uberlandense de Marketing Digital. Já atuou nos mercados de Lisboa-PT, São PauloSP, Brasília-DF, Campinas-SP, Goiânia-GO, Santos-SP, Guarujá-SP e Uberlândia-MG.

WhatsApp: 34 99906 9909

Instagram: @rudolphparreira

Facebook: /RudolphParreira

Twitter: @LoveTwit2020

6 visualizações0 comentário