Inovação orientada ao crescimento dá propósito à mudança

“A Arez ajuda sua empresa a alcançar sempre os melhores resultados.”


Por Kelmer Teixeira

Fotos Divulgação


Inovar, de acordo com o dicionário, é “tornar novo, renovar, restaurar, introduzir novidade, fazer algo como não era feito antes”. Já inovar, no âmbito das empresas, é mover recursos para investir em novas iniciativas que impactem positivamente os resultados do negócio. E esse será nosso foco, aqui. Não preciso citar um dado entre as centenas de pesquisas já realizadas ou dizer o quanto a pandemia exigiu uma aceleração tecnológica nas empresas, correto? Então vamos para a prática.


“Inove agora ou cale-se para sempre”

O título poderia ser esse, mas na pauta inovação já não cabem mais subjetividades. Para inovar, precisamos começar com ações claras e objetivas, que vão impactar, de verdade, o crescimento e competitividade dos nossos negócios. Para falar sobre o tema, separei quatro premissas básicas que são necessárias para inovar, na prática.


Além de enxergarmos a inovação nas ações práticas, também vai ficar claro que essas iniciativas precisam partir de um pilar estratégico das empresas, independentemente do porte. Esse texto foi escrito para fazer sentido a qualquer negócio que deseje crescer e usar a inovação para esse propósito. Vamos lá:


Primeira: a inovação começa ouvindo o cliente

Um negócio que coloca o cliente no foco de todas as decisões têm mais chances de sucesso nos tempos atuais. Isso, na prática, significa ouvi-los e levantar os pontos de melhoria para otimizar a jornada dele, que começa desde o primeiro contato com a marca até uma possível fidelização (comum nos casos em que a experiência, durante essa jornada, tenha sido positiva). O cliente deve ser a sua principal fonte de dados, para saber por onde começar inovando.


Segunda: a inovação não é uma área da empresa ou parte da cultura, ela precisa ser a cultura

A inovação não pode ser uma área, mesmo que você tenha pessoas focadas nisso dentro da empresa. Mais do que uma célula, a inovação precisa estar em todas as áreas do negócio, tanto por meio do alinhamento de objetivos estratégicos, como também em projetos que impactam uma ou mais áreas e que são vistos como prioridade. E, principalmente, por meio da cultura (e toda empresa tem a sua).


Nos casos em que a inovação ainda não está na cultura, ela precisa transparecer entre ações práticas e nas mais diversas iniciativas. Vou citar algumas:


- Ambiente, ações e dinâmicas que favoreçam a colaboração e que as pessoas não tenham medo de errar.

- Ter a mentalidade de testar e ajustar a rota rapidamente.

- Ter projetos voltados à inovação que envolvam um ou mais setores.

- Resolver primeiro o que trará os melhores resultados.

- Dar autonomia, promover uma gestão aberta e processos decisórios descentralizados.

- Compartilhar objetivos e resultados com todo o time.


Pessoas são um dos pilares para promover a inovação.

Terceira: a inovação é feita com pessoas, processos e sistemas

Se um desses três não estiver em sintonia, talvez a gente esteja escrevendo mais uma história de fracasso em inovação. As pessoas precisam ter a mentalidade alinhada com o objetivo de inovar. Dessa forma, haverá essa busca nas pequenas ou nas maiores decisões, ações, atitudes e projetos.


Os processos, geralmente definidos por áreas, precisam favorecer a agilidade e praticidade, envolver só as pessoas essenciais, reduzir papelada e, sempre que possível, digitalizar (veremos logo abaixo como). Um dos primeiros passos para entender os processos mais importantes é, também, olhar para a jornada do cliente e os problemas levantados ali. O objetivo será encontrar os processos que trarão mais resultados pelo menor custo possível.


Falando em digitalizar, é onde entram os sistemas. O mercado já conta com muitos e bons sistemas para os mais diversos tipos de negócios e para todas as áreas da empresa. Quando você pensar em um problema que pode ser resolvido com um sistema, pesquise! Provavelmente ele já existe. O seu desafio, aqui, será, principalmente, (1) a decisão do sistema mais adaptável ao seu negócio e necessidades e (2) na medida do possível, ter dados integrados e alguns processos automatizados para evitar demanda humana, o que aumenta o risco de erros no processo.


Quarta: meça e otimize!

Por fim, defina as métricas que são importantes para o seu negócio e que devem ser impactadas pelas iniciativas de inovação. Ticket médio, número de clientes ativos, quantidade de produtos vendidos, taxa de retorno de clientes, ou até mesmo o NPS (net promoter score: metodologia global que mede seu score entre clientes promotores e detratores).


Definir as métricas essenciais e ficar de olho na evolução delas durante o tempo é uma das formas de medir o resultado das suas iniciativas de inovação. Caso o resultado esteja abaixo do esperado, teste novas iniciativas, mude a forma de fazer. Lembre-se - não há mais dúvidas “se” os negócios precisam inovar, nem “quando”, e sim o “como” irão inovar - e que tudo que tem sucesso demora anos para ser construído. Pense no longo prazo. Desejo muita inovação pra você.

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