E-commerce potencializa a diminuição do prazo de entrega

Com o aumento das compras online durante a pandemia, lojas investem cada vez mais em obter a entrega mais rápida do país.


Foto: Germano Lüders/Exame


A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), revelou que, somente no ano passado, 20,2 milhões novos consumidores foram às compras pela internet. Em contrapartida, o crescimento do faturamento do e-commerce em 2020, impactou no fechamento do comércio físico, potencializado pela pandemia, que exigiu uma disponibilidade menor dos comércios em receber seus clientes, levando-os a se adequarem às compras online.


Atualmente, o prazo de entrega passou a ser a característica decisiva na hora da compra, tornando a urgência o aspecto de maior relevância. Segundo Mauricio Salvador, presidente da ABComm, os clientes deixam de comprar caso o prazo não se adequem a sua necessidade.


De acordo com a Revista Isto é Dinheiro, a corrida pela entrega perfeita no Brasil está tão acirrada que os dois principais players do comércio eletrônico no Brasil: Magalu e Mercado Livre, chagaram a ir ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), no mês passado, para o órgão conceder ao varejista da família Trajano o direito de dizer que tem a entrega mais rápida do Brasil. O Mercado Livre irá recorrer a decisão.


Hoje, a Magalu faz 70% das suas entregas em até 48 horas. Em 2019, esse número não alcançava 5%.


Fonte: Isto é Dinheiro

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