Benedictus

Homenagem a Rui Peres Drummond.


Por Arlindo Maximiano Drummond

Fotos Divulgação



Em sua sabedoria, Buda disse: “Coincidências não existem” e em 25 de dezembro nasce um menino predestinado, mesmo dia do mesmo espírito evoluído e sagrado. Criado por professores, em um regime militar pelo pai e em um espiritualizado pela mãe, o menino mostra desde novo ser diferente.


Querido por onde passa e isso é conservado por toda vida nas grandes amizades que fez quando jovem. Politicou, brigou, cresceu em todos os sentidos que um homem pode evoluir. Marca sua passagem com sabedoria e dedicação à família.


Um polímata puro, culto, abriu fazendas, ajudou sua comunidade, zebuzeiro, sonhador,brigão, caridoso, fazendeiro que assistiu nas madrugadas todos os grandes filmes hollywoodianos, notívago, bebedor dos melhores, de Copacabana Palace a Pantanal. Fez, junto com sua Vera, uma passagem exemplar nessa Terra. Sempre alegre, otimista ao extremo, via na adversidade oportunidades e tirava de todo problema um ensinamento. Seu lema: “Andar certo para ser livre.”


Reserva moral, exemplo de cidadão e Pai Honrado. E como todo iluminado, segue sua trajetória em presença e lembrança como os imortais que jamais serão esquecidos.


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