A expansão do e-commerce: o avanço virtual da Americanas

A varejista que dobrou número de vendedores no marketplace durante a pandemia e se prepara para vender mais na Black Friday.

Foto: Jota


Em 1929, com a grande crise mundial resultado da queda da Bolsa de Nova York, os americanos Batson Borger, Glen Matson, James Marshall e John Lee fundaram, no Rio de Janeiro, a primeira Lojas Americanas.


A gigante do varejo, hoje controlada pelo trio Jorge Paulo Lemann, Marcell Hermann e Carlos Alberto Sicupira, vive um novo momento diante da crise provocada pela pandemia do coronavírus.


Sempre se reinventando, a loja virtual da empresa passou, recentemente, a chamar Americanas Marketplace. Desde o início da crise, o número de sellers (vendedores) da loja virtual praticamente dobrou, e hoje, são mais 104 mil lojistas vendendo produtos na plataforma virtual, com 49 milhões de clientes ativos.


No primeiro semestre deste ano, a empresa registrou receita líquida de R$12,1 bilhões, alta de 37,9% em período monólogo ao ano passado. Com 24 centros de distribuição em 12 estados, a previsão é inaugurar mais quatro até o fim do ano.


Pensando em atrair mais sellers e ajudar lojistas, a empresa realizará no dia 15 de outubro, um evento chamado Americanas Summit, com cases e conteúdos de sucesso sobre como desenvolver o negócio. "Acontece às vésperas da Black Friday e do Natal e a gente entendeu que precisava preparar esses lojistas.", afirmou Valmir Andrade, diretor de marketplace da companhia.



Fonte: Jornal Isto é Dinheiro

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